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Bastidores com Luci Damian

Bom dia!
Essas palavras dizem algo para você?

AUTOCONHECIMENTO
LIDERANÇA
LEGADO

Mas poderão fazer uma diferença a partir de agora.

Reflita comigo nessa 2ª feira para termos uma semana de tomada de decisões e que faça a diferença em muitas outras semanas da sua vida.

Convido você para essa reflexão assistindo a entrevista que fiz com ÉRIKA ROSSI, CEO da EAR Consultoria Desenvolvimento Organizacional & Humano, Ressonância Organizacional e Liderança, Business Executive Coach.

O link abaixo leva você ao YouTube no nosso canal GRUPO DE MARKETING:

Eu quero muito saber o seu resultado!!!

IMPORTANTE: se você não quiser receber outras entrevistas e convites me avise! Mas eu gostaria de continuar essa nossa comunicação, inclusive recebendo feedback para que possamos desenvolver vínculos de desenvolvimento mútuo.
Aguardo sua resposta.

Abraço ⚜️
Luci Damian

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SXSW 2020 é cancelado por medo de coronavírus

South by Southwest (SXSW) 2020 acaba de ser cancelado por medo do coronavírus. O prefeito de Austin, Steve Adler, alegou um potencial desastre local na cidade e emitiu uma ordem para cancelar o evento. Grandes empresas como Facebook, Intel e TikTok já haviam desistido — assim como palestrantes como Jack Dorsey, fundador do Twitter.

Latam, United, Delta e American já anunciaram que não irão cobrar por remarcação de voo, nas passagens compradas em março (independentemente do canal de compra).

A conta oficial do SXSW no Twitter compartilhou o comunicado oficial da prefeitura de Austin.

A organização do evento afirma que está “trabalhando nos desdobramentos dessa situação sem precedentes” e que é primeira vez em 34 anos que o evento não ocorrerá. “Estamos explorando opções para reagendar o evento e trabalhando para fornecer uma experiência online virtual do SXSW o mais rápido possível para os participantes”, diz o comunicado divulgado no site da conferência.

Em 2019, o SXSW teve 73.716 participantes — 19.166 de fora dos Estados Unidos. 

Os temores sobre a disseminação do novo coronavírus, que já contaminou mais de 100 mil pessoas ao redor do mundo, levaram ao cancelamento de diversos grandes eventos internacionais. Em fevereiro, o Facebook também cancelou sua conferência anual de desenvolvedores, o “F8”. Nos últimos dias, a organização da 14ª edição do Mobile World Congress (MWC), que aconteceria na cidade de Barcelona, na Espanha, e que receberia cerca de 100 mil pessoas, cancelou o evento, citando a preocupação global com o surto.

O GP da China de Fórmula 1, que estava programado para acontecer em 19 de abril, também foi adiado. Outro evento afetado pelo surto foi a Maratona de Tóquio, uma das principais do mundo. No Brasil, que atualmente possui 13 casos confirmados de pesoas infectadas pelo vírus, a entidade que representa as montadoras de veículos instaladas no país anunciou nesta sexta-feira que vai adiar o salão do automóvel de São Paulo, previsto para novembro deste ano.

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Todos querem inovação, mas como aprender a fazer isso no seu trabalho?

Um profissional inovador é aquele que vive antenado com as tendências do mercado, sempre à procura de novas soluções e ideias para a empresa onde trabalha ou para seu próprio negócio. E as companhias valorizam profissionais com este perfil. É o que dizem os especialistas ouvidos pelo UOL.

“Essa é uma característica que exige criatividade e disposição para testar e aprender constantemente, além de ter gosto por desafios”, afirmou Luciana Caletti, vice-presidente do Glassdoor na América Latina.

Luiz Guedes, especialista em inovação na FIA (Fundação Instituto de Administração), diz que o profissional inovador tem a capacidade de “enxergar potencialidades nas dificuldades dos outros”, antevendo oportunidades para transformá-las em negócios. “Mas sacar o que dá para fazer é o primeiro passo da inovação. Dali para frente, é preciso fazer acontecer.

Então, ele precisa ser bom em gestão de projetos”, declarou. Portanto, segundo ele, a habilidade de “construir novas alternativas que ainda não foram testadas, a coragem de levá-las à frente e a perseverança de conduzir projetos inovadores” são um conjunto de competências que é muito bem visto pelas companhias.

“É claro que ser inovador por si só não vale. É preciso ter outras habilidades, como competência do trato humano, saber navegar na política da companhia e ter visão estratégica. Inovação se faz da mistura das competências profissionais, pessoais e técnicas”, afirmou.

Empresas apostam em inovação.

As empresas estão percebendo o valor da inovação, diz Guilherme Fernandes, CEO da Alexander Hughes Brasil. “Elas estão investindo e participando em incubadoras, celeiros de ideias, departamentos de inovação”, disse. A Alexander Hughes é uma empresa internacional de “executive search”, que aconselha a alta administração sobre aquisição de talentos.

Segundo Uranio Bonoldi, professor em curso de MBA na Fundação Dom Cabral, sem inovação, não há diferenciação de produtos e serviços. “As empresas devem investir fortemente em áreas de P&D [pesquisa e desenvolvimento] e em profissionais para a busca constante de inovação.”.

Luciana, da Glassdoor, afirma que a capacidade de inovar é fundamental para o sucesso de qualquer empresa. “É preciso que as empresas acompanhem as mudanças ou se tornarão obsoletas rapidamente. Isso é igualmente válido para os profissionais. Ser inovador muitas vezes é um diferencial importante entre aqueles que estão no topo e aqueles que estão nos primeiros degraus da carreira.”

Para ela, se o profissional procura constantemente maneiras inovadoras de ajudar sua empresa a ser mais eficiente e lucrativa, é altamente provável que seus esforços sejam reconhecidos e que novos caminhos, dentro ou fora dela, sejam abertos.

Luiz Cury, consultor de negócios da Cury Franchising, diz que manter-se à frente ou, no mínimo, acompanhar os processos de mudança irá fazer o profissional ser útil e importante para a empresa em que trabalha ou para o seu negócio não ser superado pela concorrência. “A tecnologia muda a cada segundo e, por consequência, o mundo que nos cerca. Portanto, inovar-se de forma constante faz com que você não perca o bonde da história”, disse.

Guedes, da FIA, diz que uma empresa não inova para fazer diferente por si só. “Não é um fim em si mesmo, mas, no final, é gerar valor principalmente para os acionistas e funcionários. A empresa inovadora busca formas criativas de se diferenciar da concorrência e, em se diferenciando daquilo que importa para o seu cliente final, cobrar mais pelo seu produto ou serviço”, afirmou.

Como aprender a ser inovador

“Não há outro caminho que não seja o estudo das tendências. Entender para onde a tecnologia vai é um caminho necessário para aquelas empresas e profissionais que querem se manter atualizados. Mas eu diria que, mais do que estar antenado com que a tecnologia pode oferecer, a empresa deve se antenar com que a sociedade espera dela. E a tecnologia acaba sendo um meio para chegar lá, e não um fim em si”, disse Guedes, da FIA.

Para Bonoldi, da Fundação Dom Cabral, o processo de inovar é cognitivo. “Portanto, todo tipo de informação será de boa valia. O profissional usa todo tipo de informação e tem espírito curioso, é bom pesquisador, sabe perguntar e é arrojado para a experimentação.”

Bonoldi afirma que é importante o profissional “desenhar um bom plano de carreira”, para saber qual direção seguir e, portanto, quais cursos serão de interesse para a sua atualização.

Ser inovador traz mais chance de assumir cargo de chefia? Os especialistas ouvidos pelo UOL disseram que sim, com exceção de Guedes, da FIA.

“Não vejo relação entre um profissional ser inovador e ter habilidade para liderança. São competências que podem andar em paralelo e que são independentes. Para mim, não são correlatas”, afirmou.

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Envelhecimento sem proteção social

Entre 2019 e 2030, a população de 60 anos ou mais na América Latina aumentará 4,3% a cada ano.

Até 2030, os idosos da região serão 118 milhões (Imagem: Pixabay)

Segundo artigo publicado recentemente pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), em 2019 havia 84,9 milhões de idosos na América Latina e no Caribe, ou seja, 13% da população regional tinha 60 anos ou mais. Até 2030, os idosos da região serão 118 milhões, representando 16,7% da população total.

Esse percentual aumentará ainda mais até 2050 (entre 2030 e 2050, o crescimento será de 2,4%) e, nesse ano, haverá aproximadamente 190 milhões de latino-americanos mais velhos: 25% da população.

Os idosos são o segmento populacional de mais rápido crescimento na região, principalmente aqueles com mais de 80 anos, faixa etária que registrará uma taxa de crescimento de 4,1% entre 2030 e 2050.

ACESSO À SAÚDE, PILAR BÁSICO DA PROTEÇÃO SOCIAL

Na região, é indiscutível o aumento dos cuidados de saúde para idosos. No entanto, como declara a CEPAL, “ainda existem poucos países que cumprem suas obrigações relacionadas aos padrões internacionais de direitos humanos”.

Portanto, é necessário que os países latino-americanos gerem mecanismos que permitam aumentar a proteção social de sua população durante a velhice, principalmente nas mulheres e na população rural.

O envelhecimento traz consigo doenças e incapacidades crônicas, gerando situações de dependência e necessidade de cuidados. Além disso, a cobertura previdenciária da população empregada é “muito desigual, o que aumenta as chances de proteção econômica para as gerações futuras”.

Sem cobertura previdenciária ou renda própria, milhões de idosos estão em situações graves de falta de proteção e vulnerabilidade.

SEM PENSÃO OU TRABALHO

Segundo a publicação da CEPAL, mais de 17,8% das mulheres adultas mais velhas não têm renda própria, ou seja, mais de 6 milhões de mulheres idosas.

Pior ainda, em toda a região, “grande parte dos idosos não tem acesso a pensões de velhice que lhes garantem proteção contra os riscos de perda de renda na velhice”.

Os maiores aumentos na cobertura de pensão contributiva na região foram no Peru (19,6%), Equador (22,1%), México (25,6%), Paraguai (27,1%) e Panamá (32,2%).

Fonte: https://riaambrasil.org.br/envelhecimento-sem-protecao-social/

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O que é o ‘cisne verde’, que pode causar a próxima crise financeira mundial

Quando o dinheiro estava correndo fartamente nos corredores de Wall Street e a festa parecia nunca acabar, poucos viram que uma crise financeira brutal estava a caminho. Seus efeitos profundos pelo mundo contam esta história até hoje.

Após a crise de 2008, a urgência em tentar antecipar crises como essa cresceu tanto quanto o medo da reincidência. Foi nessa época que os economistas começaram a usar o termo “cisne negro” para se referir a eventos fora da curva e que têm um forte impacto negativo ou até catastrófico.

Na semana passada, o Bank for International Settlements (BIS), conhecido como “o banco dos bancos centrais”, com sede na Suíça, publicou o livro “The green swan” (O cisne verde), um estudo de Patrick Bolton, Morgan Despres, Luiz Pereira da Silva, Frédéric Samama e Romain Svartzma.

A partir do cisne negro, os autores criaram a figura do “cisne verde” para se referir à perspectiva de uma crise financeira causada pelas mudanças climáticas. “Os cisnes verdes são eventos com potencial extremamente perturbador do ponto de vista financeiro”, resumiu à BBC News Mundo o brasileiro Luiz Pereira da Silva, vice-diretor geral do BIS e coautor do estudo.

Efeito cascata

O economista explica que eventos climáticos extremos, como os recentes incêndios na Austrália ou furacões no Caribe, aumentaram sua frequência e magnitude, o que traz grandes custos financeiros.

Explicam os prejuízos as interrupções na produção, destruição física de fábricas, aumentos repentinos de preços, entre outros. Pessoas, empresas, países e instituições financeiras podem ser afetados.

“Se houver um efeito cascata na economia, outros setores também sofrerão perdas. Tudo isso pode acabar em uma crise financeira. “

Luiz Pereira da Silva, vice-diretor geral do BIS e coautor do estudo.

A esse cenário são adicionados outros riscos, que o especialista chama de “transição”, altamente perigosos.

Isso ocorre quando, por exemplo, há uma mudança abrupta nos regulamentos, como uma proibição repentina da extração de combustíveis fósseis. Ou se houver uma mudança inesperada na percepção do mercado e, por exemplo, os proprietários de certos ativos financeiros decidirem repentinamente se livrar deles.

Nesse caso, se produz um efeito em cascata: o pânico afeta outros investidores, que acabam se desfazendo de ativos. Todos esses riscos estão sendo estudados por bancos centrais e reguladores do sistema financeiro, que buscam uma maneira de antecipar ou se prevenir para a chegada de um cisne verde.

Como enfrentar um cisne verde?

A verdade é que, nos círculos financeiros, não há resposta para essa pergunta. Os autores do livro explicam que os modelos de previsão do passado não foram projetados para incluir as mudanças climáticas. É por isso que eles convidam outros pesquisadores a desenvolver novas fórmulas considerando isto.

Os autores também alertam que, se uma crise como a de 2008 acontecer de novo, os bancos centrais não terão mais como auxiliar no resgate mundial como naquele tempo —quando tiveram papel vital reduzindo as taxas de juros a níveis historicamente mínimos.

Acontece que, mais de uma década depois, as taxas de juros continuam baixas, o que deixa pouco espaço de manobra para estimular as economias e impulsionar o crescimento. O livro também afirma que os níveis mínimos de capital acumulado para enfrentar crises, exigidos pelas regras atuais, não seriam suficientes para mitigar os efeitos de um cisne verde no sistema financeiro.

Outros alertas já vieram também de outras partes do mercado. Larry Fink, diretor executivo do BlackRock, o maior fundo de gerenciamento de ativos do mundo, alertou em meados de janeiro que as mudanças climáticas estão prestes a desencadear uma grande reforma.

“Estamos à beira de uma mudança fundamental no sistema financeiro”, escreveu Fink em sua carta anual aos acionistas. Ele explica que “as mudanças climáticas se tornaram um fator determinante nas perspectivas de longo prazo das empresas” e prevê que uma realocação significativa de capital ocorrerá “antes do previsto”.

“As mudanças climáticas são quase sempre a principal questão que os clientes em todo o mundo levantam para o BlackRock. Da Europa à Austrália, América do Sul, China, Flórida e Oregon, os investidores perguntam como devem modificar seus portfólios de investimentos”.

E, embora Fink não seja uma autoridade política ou monetária, sua empresa administra ativos avaliados em quase US$ 7 trilhões. Portanto, quando ele fala, é ouvido com atenção.

Cinco grandes riscos

Em “The green swan”, os autores identificam cinco tipos de riscos associados às mudanças climáticas que podem contribuir para uma crise financeira. São eles:

Risco do crédito: as mudanças climáticas podem atrapalhar os devedores a honrar seus compromissos. Além disso, a possível depreciação dos ativos utilizados como garantia para os empréstimos também pode contribuir para o aumento dos riscos de crédito.

Risco de mercado: se houver uma mudança acentuada na percepção de rentabilidade pelos investidores, poderá haver vendas rápidas de ativos (liquidações de preços baixos), o que pode desencadear uma crise financeira.

Risco de liquidez: ele também pode afetar bancos e instituições financeiras não bancárias. Se estes não conseguirem se refinanciar no curto prazo, isto poderia levar a uma crise maior.

Risco operacional: ocorre quando, como resultado de um evento climático extremo, escritórios, redes de computadores ou data centers têm problemas para funcionar.

Risco de cobertura: no setor de seguros, uma quantidade maior de sinistros poderia ser acionada, colocando as empresas do ramo em xeque.

Fonte: https://economia.uol.com.br/noticias/bbc/2020/02/12/o-que-e-o-cisne-verde-que-pode-causar-proxima-crise-financeira-mundial.htm

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7 tendências tecnológicas que revolucionarão os negócios em 2020

7 tendências tecnológicas que revolucionarão os negócios em 2020 – O mercado de tecnologia tem crescido a passos largos. De acordo com recente previsão do Gartner, os gastos com TI no Brasil crescerão 2,5% em 2020, totalizando US﹩ 64 bilhões – um aumento de 2,5% em relação à 2019. No cenário corporativo, o avanço da transformação digital tem tido um papel fundamental na competitividade das empresas.

Pensando nisso, a Digisystem , companhia brasileira fornecedora de soluções de negócios de tecnologias avançadas que ajudam as empresas a passarem pela jornada da transformação digital, destacou sete tendências tecnológicas que devem revolucionar os negócios em 2020 e ajudar as empresas a prosperar na era digital.

1 – Novo modelo de proteção de dados

Os usuários, dados e aplicações estão migrando rapidamente para um modelo distribuído. A transferência dos datacenters tradicionais para a computação em nuvem, a mobilidade dos usuários e as ofertas de aplicação na modalidade SaaS (software como serviço) fizeram com que a segurança perimetral perdesse sua eficácia, uma vez que os dados e usuários estão distribuídos em serviços de fornecedores aos quais a instituição não tem controle.

O aumento do investimento em soluções como CASB (Cloud Access Security Broker) é uma tendência para 2020, já que estas ferramentas são capazes de aplicar as políticas de segurança das empresas de maneira personalizada, em serviços providos por terceiros, mantendo o tráfego em conformidade entre os dispositivos dos usuários e as soluções em nuvem.

2 – LGPD

As iniciativas de regulação da proteção de dados pessoais consolidadas na Europa e EUA já estão virando realidade no Brasil através da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD, Lei 13.709/2018). A partir deste ano, a capacidade de cada instituição de proteger e fazer um bom uso destas informações, em conformidade com a lei, passará a ser encarada como um fator de competitividade, pois a publicidade aos eventos de vazamento e comprometimento de dados poderá ser ainda mais danosa do que as previsões legais de penalização.

3 – Hospital digital

Com aumento do volume de informações, da população e do uso cada vez maior de sistemas para registro eletrônico na área da saúde, tornou-se irreversível a necessidade da eliminação do papel (com amparo legal) apoiada na utilização de soluções de assinatura eletrônica ou digital.

A adoção do conceito paperless torna-se um ponto imprescindível na jornada da transformação digital, já que reduz o volume de documentos a serem impressos, geridos e armazenados, principalmente no que tange aos documentos assistenciais que devem ser armazenados fisicamente por 20 anos após a impressão e assinatura manual.

4 – Interoperabilidade

Com a necessidade de otimização de custos na prestação de serviços a utilização de tecnologia como suporte no dia-a-dia é fundamental. Neste sentido a integração de diferentes processos, sistemas e informações é fator crítico para o sucesso dos negócios. Em 2020, a interoperabilidade entre sistemas heterogêneos por meio de boas práticas de segurança, exposição de serviços, tratamento de erros, resiliência, para que os processos possam se auto recuperar sem intervenção humana, deve ser crucial para aumentar a competitividade das empresas.

Na área da saúde, por exemplo, ainda existe uma carência nesse sentido. Por isso, é importante que as instituições de saúde criem soluções para que se consiga fazer essa orquestração dentro dos diferentes sistemas de registro médico. Além de reduzir gastos, a interoperabilidade agiliza a definição de estratégias, a tomada de decisão, a resolução de problemas, além de potencializar a produtividade da equipe, que passa a trabalhar em um sistema único e automatizado.

5 – Voice Bot

O conceito de Voice Bot já é realidade no mercado brasileiro. O atendimento humanizado e customizado por meio de comando de voz efetuado por robôs permite que a interação com o cliente se torne ainda mais rápida e inteligente. Em 2020, a satisfação do cliente continua sendo a chave para o sucesso de qualquer negócio. Por isso, apostar em tecnologias como Voice Bot pode gerar ganhos importantes por meio da otimização de processos e recursos, além de um serviço mais ágil e eficaz para o cliente.

6 – Hyperautomation

Hyperautomation utiliza tecnologias avançadas como inteligência artificial (IA) e machine learning (ML) para aumentar a automação de processos e entregar aos colaboradores mais ferramentas para auxiliar a capacidade humana de produzir. Este recurso possibilita que os processos automatizados executados repetidamente produzam informações que podem ser utilizadas pela IA para apresentar aos usuários insights para melhorar os processos, dar eficiência e identificar potenciais falhas. O Hyperautomation está no campo das tecnologias voltadas para iniciativas “People- Centric “, que tem por objetivo reter talentos por meio da melhor experiência de uso das tecnologias dentro e fora do trabalho. Um ativo cada vez mais estratégico.

7 – Multiexperience

Sob a ótica da iniciativa de “People-Centric“, o conceito de multiexperience permitirá as organizações melhorar a experiência de seus colaboradores por meio de interações mais eficientes. A multiexperiência está relacionada a forma como as pessoas percebem, interagem e lidam com o universo digital nos diferentes dispositivos, que tendem a ser cada vez mais multissensoriais e multitoque. A tendência de multiexperience promove experiências imersivas para o cliente por meio de tecnologias como Realidade Aumentada (RA), Realidade Virtual (RV), Realidade Mista (RM), além de interfaces omnichannel.

Fonte: http://rotadainovacao.com.br/7-tendencias-tecnologicas-que-revolucionarao-os-negocios-em-2020/

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